houve uma pessoa que uma vez me disse que não suportava a ideia de morrer porque de repente ia passar a ser NADA. eu respondi-lhe que esse era um pensamento de extremo egocentrismo. e naquele momento não me identifiquei nada com aquele sentimento. mas, tenho vindo a descobrir, que sofro da mesma síndrome do NADA.
não receio a morte, até a vejo como um momento de paz extrema, no entanto, caio neste tipo de pensamento quando me foco em sentimentos de desamor e rejeição dos outros por mim. faz-me sentir que sou NADA. a raiz é a mesma, apenas difere na concretização do sentimento. hoje, ao longo do dia, fui sendo ajudada por diferentes pessoas, sem nenhuma aparente ligação entre elas, a desfocar-me do desamor e da rejeição. Não o fizeram conscientemente. apenas me mostraram por gestos simples e por palavras o amor que sentem por mim. e, agora que o dia está a chegar ao fim, percebi (mais uma vez pois, recorrentemente, me esqueço) que tudo é tão relativo. e que eu sou livre de escolher aquilo que quero sentir. e que as pessoas que são importantes na minha vida me dão amor todos os dias. eu é que opto, muitas vezes, por ir para um lugar escuro, criado por mim e alimentado pelo meu ego, onde reinam sentimentos fortemente negativos que me fazem sentir que sou NADA.
hoje lembrei-me daquela frase que diz "apesar de não o veres porque as nuvens estão a tapá-lo, o sol está sempre lá". o amor também. não me posso esquecer disto. obrigada!
j
não receio a morte, até a vejo como um momento de paz extrema, no entanto, caio neste tipo de pensamento quando me foco em sentimentos de desamor e rejeição dos outros por mim. faz-me sentir que sou NADA. a raiz é a mesma, apenas difere na concretização do sentimento. hoje, ao longo do dia, fui sendo ajudada por diferentes pessoas, sem nenhuma aparente ligação entre elas, a desfocar-me do desamor e da rejeição. Não o fizeram conscientemente. apenas me mostraram por gestos simples e por palavras o amor que sentem por mim. e, agora que o dia está a chegar ao fim, percebi (mais uma vez pois, recorrentemente, me esqueço) que tudo é tão relativo. e que eu sou livre de escolher aquilo que quero sentir. e que as pessoas que são importantes na minha vida me dão amor todos os dias. eu é que opto, muitas vezes, por ir para um lugar escuro, criado por mim e alimentado pelo meu ego, onde reinam sentimentos fortemente negativos que me fazem sentir que sou NADA.
hoje lembrei-me daquela frase que diz "apesar de não o veres porque as nuvens estão a tapá-lo, o sol está sempre lá". o amor também. não me posso esquecer disto. obrigada!
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